Artigo
De que moda estamos falando?
O Pernambuco Fashion, já tem no nome o seu fracasso, ora se estamos falando de moda, isso implica identidade cultural, a nossa relação com o evento devia ser de forma muito mais significativa, do que simplesmente a de reproduzir o que os eventos do sudeste-sul já fizeram, o que São Paulo já faz, o que a Europa já lançou, o que Milão já produziu, esse não deveria ser o foco. Todas as vitrines estão organizadas no mesmo padrão, as modelos são as mesmas, os modelos também, será que esse tipo de moda que estamos produzindo respeita e valoriza a individualidade, será que a cópia é a nossa criatividade maior? Não tivemos um estilista dando palestra, não vimos os alunos das faculdades do interior relacionadas a moda em estandes e palestras, não vimos o trabalho das rendeiras que produzem aqui e mandam pra Europa, não vimos se quer os voluntários ao curso de Identidade Cultural e Moda, oferecido pela Fundação Joaquim Nabuco as cidades-chaves como Santa Cruz, Toritama e Caruaru, esse tipo de evento deve revelar as possibilidades de fazer um evento a partir de uma identidade nossa, deve revelar para que veio o Centro Tecnólogico de Moda trazido para a cidade de Caruaru. Alguém sabe o que é feito lá e para que é feito, atualmente os alunos da UPE, cursam sistema da informação enquanto o prédio definitivo fica pronto, e depois disso as salas são alugadas pra cediar eventos, as salas são simplesmente pra isso, apesar de ser um espaço de financiamento público.
Por Brena Vila Nova.
O Pernambuco Fashion, já tem no nome o seu fracasso, ora se estamos falando de moda, isso implica identidade cultural, a nossa relação com o evento devia ser de forma muito mais significativa, do que simplesmente a de reproduzir o que os eventos do sudeste-sul já fizeram, o que São Paulo já faz, o que a Europa já lançou, o que Milão já produziu, esse não deveria ser o foco. Todas as vitrines estão organizadas no mesmo padrão, as modelos são as mesmas, os modelos também, será que esse tipo de moda que estamos produzindo respeita e valoriza a individualidade, será que a cópia é a nossa criatividade maior? Não tivemos um estilista dando palestra, não vimos os alunos das faculdades do interior relacionadas a moda em estandes e palestras, não vimos o trabalho das rendeiras que produzem aqui e mandam pra Europa, não vimos se quer os voluntários ao curso de Identidade Cultural e Moda, oferecido pela Fundação Joaquim Nabuco as cidades-chaves como Santa Cruz, Toritama e Caruaru, esse tipo de evento deve revelar as possibilidades de fazer um evento a partir de uma identidade nossa, deve revelar para que veio o Centro Tecnólogico de Moda trazido para a cidade de Caruaru. Alguém sabe o que é feito lá e para que é feito, atualmente os alunos da UPE, cursam sistema da informação enquanto o prédio definitivo fica pronto, e depois disso as salas são alugadas pra cediar eventos, as salas são simplesmente pra isso, apesar de ser um espaço de financiamento público.
Por Brena Vila Nova.

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